Ex-ministro dos Direitos Humanos, e hoje assessor especial da pasta, Nilmário Miranda diz que a luta por memória e justiça por parte das vítimas da ditadura no Brasil teve importante conquista com a expedição de novas certidões de óbitos que reconhecem que mortos e desaparecidos foram vítimas da ação violenta de agentes do Estado.
Ler matériaO Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta segunda-feira (31) em seus perfis oficiais nas redes sociais uma mensagem alusiva ao golpe militar de 1964, que deve ser lembrado "para que nunca se repita", diz o texto.
Ler matériaMoradores de Niterói, cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro, podem, até quarta-feira (2), assistir de graça ao filme Ainda Estou Aqui, primeira obra cinematográfica brasileira a conquistar um Oscar.
Ler matériaA Universidade de São Paulo (USP) homenageou nesta sexta-feira (28) quatro estudantes da instituição pelo posicionamento de resistência que assumiram diante da ditadura civil-militar instalada com o golpe de 1964 e que se sustentou no comando do país por 21 anos.
Ler matériaEm 24 de março de 1976, na Argentina, um golpe de Estado depôs o governo de María Estela Martínez de Perón, conhecida como Isabelita Perón, dando início a uma das ditaduras mais violentas da América Latina, que perduraria até 1983, resultando em perseguições, sequestros, torturas e assassinatos que vitimaram mais de 30 mil pessoas.
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